Crowdfunding no Brasil

Um novo modelo de levantamento de fundos vem chegando ao Brasil. O Crowdfunding é um conceito bastante recente e, atualmente, seu exemplo de maior destaque é o Kickstarter, voltado para projetos artísticos e culturais.
A ideia é simples: o artista ou grupo de artistas elabora seu projeto e apresenta-o por meio de um vídeo; determina o valor necessário para seu desenvolvimento e o prazo para o levantamento dos fundos. Essa proposta é divulgada por meio da plataforma de crowdfunding e aguarda as doações que são recompensadas de diversas formas definidas pelo artista.
Se no prazo determinado é alcançado o objetivo ($), o artista recebe os recursos e toca seu projeto, caso contrário, o dinheiro não muda de mãos.

Parece que tem funcionado nos EUA e no Brasil alguns grupos vêm discutindo e empreendendo neste novo modelo, a exemplo do Crowdfunding Brasil, com seu projeto Catarse, também voltado para as artes.

A questão que mais me incomoda: como os brasileiros agem quando o assunto é doação ou contribuição espontânea? Nas catástrofes somos solidários, mas um livro independente nos faria meter a mão no bolso?

Entretanto, as experiências internacionais apontam que a grande parte dos recursos levantados provêm da rede social próxima ao ofertante (até o 2o. nível), o que poderia reduzir o peso deste fator comportamental/cultural.

Outro ponto a favor são as recompensas. Estaria aí uma nova e sustentável forma de comércio eletrônico para as artes (e outras áreas), acrescida do valor colaborativo, do senso de participar de um “feito maior” que a simples aquisição de um produto?

Sobre SeiZo

Administrador, comunicador, educador, artista visual e escritor SeiZo Soares 43, Administrador de empresas (FGV-SP), especialista em gestão educacional, mestre em Educação (PUC-Campinas), docente no ensino superior nas áreas de marketing, comunicação e educação. Escritor especializado em roteirização audiovisual para organizações, ghost writing e presença online. Artista com obras publicadas em música, literatura, fotografia e escultura – esta última com exposições internacionais realizadas, e marca própria no segmento de design e arte joalheria contemporânea (Joya Barcelona 2013 e 2014; Beijing International Art Jewelry Exhibition 2013).
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