O Facebook vai matar o Site da Companhia?

A popularidade do Facebook já reverbera por todo o ecossistema web, altera formas de interação e a maneira como nos comunicamos online. Muitas marcas de consumo e artistas medem sua popularidade usando os números da rede. Alguns exemplos de agora:

  • Coca Cola – 22 milhões de fans  no Facebook
  • Starbucks – 19 milhões de fans
  • Oreo – 8 milhões de  fans

Simultaneamente, o acesso aos sites dessas marcas vem decaindo sistematicamente, o que nos leva a crer que o Facebook não dirige, necessariamente, o internauta para o website corporativo. Ele pode estar o absorvendo. Veja alguns dados:

  • Coca Cola – tráfego caiu mais de 40% em 12 meses;
  • Starbucks – tráfego estável, sem crescimento;
  • Nabisco – NabiscoWorld.com caiu de 1.2 milhões de hits por mês para 321 mil hits por mês (74%!) em um ano!

Será que os sites corporativos desaparecerão? Haverá apenas widgets e aplicativos ligados as redes sociais, fornecendo ofertas e informações especiais ao grupo de fans? Acho que não. Depender exclusivamente do Facebook significa estar sujeito às suas regras e limitações.

Na verdade a pergunta correta é “quanto foco e esforço devo investir no site de minha empresa e em nossa página do Facebook?

Usar o Facebook e outras formas de rede social virtualizada para dirigir tráfego ao site corporativo parece ser o caminho (por ora!…). Um caminho que exige novas linguagens, criatividade, estrutura e planejamentos bastante particulares e em certa medida novos para as operações de marketing e relacionamento das organizações.

Sobre SeiZo

Administrador, comunicador, educador, artista visual e escritor SeiZo Soares 43, Administrador de empresas (FGV-SP), especialista em gestão educacional, mestre em Educação (PUC-Campinas), docente no ensino superior nas áreas de marketing, comunicação e educação. Escritor especializado em roteirização audiovisual para organizações, ghost writing e presença online. Artista com obras publicadas em música, literatura, fotografia e escultura – esta última com exposições internacionais realizadas, e marca própria no segmento de design e arte joalheria contemporânea (Joya Barcelona 2013 e 2014; Beijing International Art Jewelry Exhibition 2013).
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