Filmes de marca

O chamado filme de marca (branded film) é o novo filme publicitário? Quais nuances e diferenças mais profundas relacionadas a esta forma e quais novos conteúdos podemos identificar?

As produções de conteúdo com características e objetivos tanto artísticos quanto mercadológicos podem ser observados na sociedade contemporânea em sua produção de diferentes formas de expressão e suportes da arte.

Este exemplo de filme de marca, leva o quase mitológico Blue Lable (Johnnie Walker) direto ao mundo da fantasia ideal em uma forma narrativa que aprendemos a apreciar no cinema de longa metragem.

Vejas dois filmes da série “The Gentleman’s Wager” com Jude Law.
Trailer do segundo filme:

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PUGZ Worlds smallest wireless earbuds charged through phone by PUGZ Kickstarter

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O fim da embalagem

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Breaking a Plate – The Danger of Eating Your Memories: Michal Ansky at TEDxJerusalem

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“Vamos acabar com os gerentes nas empresas. Doutor em Ciência da Informação, Carlos Nepomuceno defende a gestão 3.0: auto-gestão, sem gerentes ou intermediários”

<fonte: Época Negócios. 02/11/2015 – 08H58 – ATUALIZADA ÀS 09H36 – POR BARBARA BIGARELLI>

Acabou a era das manadas. É o fim do líder alfa. Para sobreviverem e se manterem competitivas no mundo digital, as empresas precisam implementar a “governança das formigas”. Na prática, significa o fim da gestão, da estrutura piramidal, da relação patrão-trabalhador. Sai o lobo e sua manada, entram as formigas. A teoria é fruto de estudos que o escritor e doutor em ciência da informação, Carlos Nepomuceno, realizou nos últimos dez anos. O pesquisador prestou consultoria para diversas empresas, como BNDES, Vale, Natura, Petrobras e para a Prefeitura do Rio, e defende uma nova visão de gestão corporativa, em seu livro: Gestão 3.0- A Crise das Organizações (Editora Campus).

Para Nepomuceno, a disrupção digital — e todas as novas estratégias que ela exige — irá causar a morte de 40% das empresas do mundo nos próximos anos. Ele defende que só passará por essa seleção natural quem implementar um novo modelo de organização. Aí impera a auto-gestão, a relação direta entre fornecedor e consumidor e o negócio ocorre em grandes plataformas, mediadas por algorítmos. Traduzindo: o taxista consegue passageiro através de um aplicativo. “Você não tem mais um chefe falando como fazer o serviço. Se o passageiro não gostar de você, você tem que se virar”, diz Nepomuceno. Em uma grande empresa, esse processo poderia ser iniciado em uma escala pequena, de modo paralelo, com a função de inovar, sem acabar de bate-pronto com as estruturas tradicionais.

Nepomuceno diz que o que as empresas mais pedem são dicas para aumentar a colaboração interna. O problema, segundo aponta, é justamente essa percepção. “Não é uma questão de aumentar a colaboração nesse modelo. É implantar outro, de troca direta entre as pessoas”. Na entrevista abaixo, ele comenta de que modo isso pode ocorrer e como podemos preparar líderes para encarar essa nova realidade.

O senhor trabalhou como consultor para diversas empresas e, ao final, seu diagnóstico é de que falta maior colaboração interna. Por que não há? 
Uma empresa pode ter uma taxa de colaboração maravilhosa, mas no modelo atual que temos hoje. Hoje, o gerente está em cima. O consumidor chega, faz o pedido, que é repassado para alguém que por sua vez repassa ao gerente, que manda esse cara fazer e vai repassando a atividade. O gerente coordena os colaboradores. Só que não é uma questão de aumentar a colaboração nesse modelo e, sim, implantar outro, de troca entre as pessoas. No Uber, você deixa que o consumidor se relacione diretamente com o motorista. O Uber diz: meu cliente é o passageiro, mas também é o motorista (que, na teoria, seria um fornecedor). Não é uma empresa que faz gestão, que faz entrega de produtos. O Uber sai da gestão e entra para a curadoria.

Mas uma empresa de mineração vai fazer isso?
Esse novo modelo pode ser aplicado em várias áreas e, se não for feito porque o custo de manter a tradição é muito alto, o concorrente vai matá-la. É preciso acabar com a relação patrão-empregado. Vamos acabar com empregados, vamos acabar com os gerentes. O que eu defendo, nesse mundo digital, é aquilo que chamo de governança das formigas. As formigas se ligam por conexões químicas e não porque seguem algo. Saímos do modelo do líder alfa das manadas, em que um manda e os outros repetem. Nós não somos hoje mais manada.

Quando você fala em gerentes, está se referindo somente à figura do gerente? Ou todo o nível que envolve a gerência?  
Todo esse nível. O que eu quero dizer é que as organizações tradicionais tiveram um papel fundamental. Mas elas foram criadas para um mundo que tinha 1 bilhão de pessoas. Sete bilhões de pessoas não comportam um modelo no qual você sobe para o gerente, que sobe para o diretor, que volta para o gerente, que responde ao chefe e que o chefe te fala. Chega aqui embaixo e já era. O problema é que para estabelecer essa empresa desse modo, você precisa de um usuário calado, que não questiona. Você tem que massificar o usuário, tirar a diversidade dele. É ligar para o call center e só ouvir resposta padrão, por exemplo. Também não adianta abrir caixinha de sugestão. Na prefeitura do Rio, por exemplo, onde presto consultoria, são 40 fiscais para 9 mil ônibus. Se abrir uma caixinha de sugestão dentro dos ônibus como é que vão fiscalizar isso tudo? Não tem condição de processar. Porque processamento é manual, é fisico, é o gerente que tem que processar. E como é o mundo das formigas? Não tem gerente. Cada formiga é um gerente. No caso do Uber, se tem 300 motoristas e passar de repente para 3 mil ou para 3 milhões, não tem gerente, e tudo continua funcionando.

Uber, Airbnb, Mercado Livre são empresas que oferecem serviços que acompanham a nova forma de tomada de decisões? A diferença básica é que são mais descentralizadas?
Sim. O que vemos é que começou o processo de descentralização muito grande no mundo corporativo. Na minha teoria da complexidade progressiva, toda vez que aumentamos o pico demográfico, mudamos completamente a maneira que voce vê as coisas. O ser humano é a única espécie do planeta que não pede licença para crescer. O lobo não cresce. Se passar de um volume, ele sai matando os filhotes. A partir de 1500, viramos a grande espécie planetária. Já acontecia isso com incas, astecas… mas com 1 milhão, 2 milhões de pessoas, sem internet, Médicos sem Fronteiras, sem nada. Agora viramos espécie planetária, saímos de 1 para 7 bilhões — e essa foi a grande mudança da sociedade. Então, aumentou a complexidade (população) e aí o modelo da sociedade, política, hospital, de tudo, ficou obsoleto. Aí você me pergunta: por que não ocorreu há 20 anos? Porque não tinha internet.

Então o futuro é descobrir como integrar esses 7 bilhões de pessoas? Estaríamos falando em futuro das plataformas e não de organizações?
Não, o Uber é uma organização. Se a gente entender organização como pessoas responsáveis por resolver os problemas da sociedade, sempre vamos ter. Plataforma fica sendo o modelo em que esta organização resolve este problema. Sai o modelo piramidal e entra o modelo plataforma. Sai a gestão e entra a curadoria. Sai a relação empregado-patrão e entra numa relação microfornecedor com microconsumidor. É isso que gera valor. E eu quebrei a cabeça para pensar como fazer isso quando a organização é muito grande. Na prefeitura do Rio, criamos um laboratório de participação, com voluntários e que funciona de forma paralela. Foi a primeira vez que tentamos implementar a nova metodologia. Dentro da organização não tinha funcionado. Lá funcionou parcialmente. Criou-se uma portaria nova para fazer a inovação. Foi um salto de qualidade. Mas ainda não funcionou completamente.

Qual foi o erro?
O erro é que você precisa criar uma relação direta do consumidor com o negócio. O servidor público continua ligado direto. Mas o voluntário trabalha separado. Em uma empresa privada, isso seria mais fácil do que em órgão público. O desafio é criar um modelo em que a relação patrão-fornecedor-consumidor seja feito na autogestão. Se você estiver me entendendo bem, você está na plataforma. Se você vacilar, a plataforma ou te coloca numa categoria inferior ou te tira dela. É como aplicativo de táxi, por exemplo. O taxista ficou com 3 estrelas e então, automoticamente, ele passa a não receber mais chamadas de corridas de quem só quer um taxista cinco estrelas. Mas também você pensa: estou com pressa, qualquer táxi que vier está bom e aceita o de três estrelas; tudo bem, a plataforma te permite essa escolha.

Como educar patrões e fornecedores para esse modelo de autogestão?
A escola tem que começar a formar uma geração nova para pensar com a própria cabeça. A gente não foi educado para pensar com a própria cabeça. E a escola tem que formar para esse novo mundo que não vai ter mais empregado. A gente tem que formar uma escola para formar microempreendedores que vão trabalhar nessas plataformas. O cara do táxi não tem mais uma chefe falando para ele limpar o banco, falando como deve fazer o serviço. É apenas ele com ele. Se passageiro não gostar dele, vai ter que se virar.

Como você prepara os líderes que vão conduzir esses processos nas grandes organizações?
O líder tem que aprender a ser um curador. A grande mudança é entender que acabou a era da gestão. Agora é a era da curadoria. Foi a conclusão à qual cheguei nos meus estudos. Por quê? Porque quem está ganhando dinheiro hoje não está fazendo gestão. E quem está fazendo, não está ganhando. No dia a dia, o líder pode implementar um laboratório pararelo. Deixar a empresa funcionando exatamente do jeito que está. E pode abrir uma startup, uma área separada. Pegar dinheiro com investidor e experimentar. Essa startup tem o objetivo de matar a grande empresa.

E a meritocracia nessas organizações ganha importância?
Sim. Só tem meritocracia nesse novo modelo. O taxista que vai sozinho limpar o carro, por contra própria, quer melhorar sua avaliação para conseguir transportar mais passageiros. No YouTube, Twitter, Uber é assim: os melhores se destacam — mas o bom é que todo mundo pode se destacar. O problema hoje é que a meritocracia dentro das empresas é definida por uma pessoa, por um gerente que muitas vezes dá o méirito assim: ‘ah, você é legal, você é camarada, você merece’. Agora, quem define nessa nova era é o consumidor. É o que eu chamo de pós-liberarismo. O poder é descentralizado. A grande mudança política que vai acontecer é que toda a força vai para o consumidor. Acabou a camaradagem entre gerente e funcionário. Essa camaradagem que botou a gente no buraco, que puxa corrupção, baixo corporativismo, a falta de transparência. Agora, o consumidor entra e diz ‘isso não é legal, isso é, gostei ou não gostei’.

Seguindo essa linha, não há o risco de se transformar em uma ditadura do consumidor?
É aí que o algorítimo entra. Voltando ao exemplo do táxi: o passageiro pega um táxi e, ao final da corrida, diz que só dará três estrelas na avaliação. Indignado, o taxista pergunta: mas qual o problema? você não gostou do carro? Do serviço? Fiz um caminho bom? O passageiro diz que estava tudo espetacular e explica o motivo: você realmente acha que um vascaíno vai dar 5 estrelas para um flamenguista. É óbvio que o algorítmo tem que aprender culturalmente como o mundo funciona. O cara levou 10 corridas 5 estrelas e uma em que levou nota zero, é óbvio que esse zero, ponto fora da curva, não vai ser levado em conta pelo sistema de avaliação. O novo curador e não gestor, vai mexer nesse algorítmo. Vai aprender que o vascaíno nao dá cinco estrelas para o flamenguista. Aprende a separar e aprimorar a partir do que pode influenciar a avaliação — os fatores que são culturais, de aspecto emocional e que o prestador de serviço não tem culpa. É um modelo novo, diferente. Acho que em serviços, mídia, toda a área de varejo, comércio, transação, dá para implementar o novo modelo mais rápido. Eu acho que hoje o mercado de livros está sendo muito mais prejudicado pela venda de livros usados do que propriamente pela venda dos eletrônicos. A gente está virando bolsa de valores. Cada um é uma empresa no mercado. E você tem que virar.

Nesse modelo, a empresa deixa de ter um papel em tudo na vida do empregado, deixa de ser uma provedora de muitas outras coisas que vão além do salário do funcionário, como assistência e plano de saúde? 
Primeiro, é importante pensar que essa mudança não vai acontecer da noite para o dia. É aos poucos. Mas você como microempreendor vai passar a colocar tudo aquilo que antes era benefício da empresa no custo do seu projeto, no seu preço. Vai aprendendo a se administrar. É enxergar que o que temos hoje é uma escravidão sofitiscada. Você imagina que o funcionário tem de depender de alguém para pagar as coisas de saúde. A descentralização vai fortalecer o indivíduo.

Empresas que nasceram disrutptivas correm o risco de voltar ao modelo tradicional de gestão ao ficar muito grandes?
Há um risco, sim. Mas o Facebook, por exemplo, pode entrar em outras áreas, ter milhões de funcionários, com pouco gerentes porque ganha escala. O grande barato de construir esse formirgueiro é que você ganha escala. E aí a rainha não manda nada. Os presidentes das empresas não são operadores: são curadores de uma relação que acontece independentemente dele. O presidente do Facebook não diz o que você vai publicar na sua página, que comentário vai fazer.

O que você define por curadoria? 
Você abandona a gestão, não é mais o responsável pelo produto final.  É responsavel pelas relações entre clientes e foprnecedores. Não tem mais gerente. Essa é a primeira coisa do modelo. O papel da empresa é cuidar do algorítmo, ver se está funcionando, tem que evitar o vandalismo, evitar a fraude. Essa sociedade do algoritmo é a da curadoria. A atual organização foi construída para uma sociedade sonora, baseada na oralidade e escrita. Com a complexidade de hoje, essas organizações não conseguem atender e competir com outras organizações que apresentam uma saída melhor. Enquanto não tinha alternativa, a gente seguia o que tinha. Precisamos hoje de algo que chamo de F5 [atualização] civilizacional.

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WWOOF. Ligando voluntários à agricultura orgânica mundo afora

Visite e conheça! http://www.wwoof.net/welcome-to-wwoof/

“WELCOME TO WWOOF

WWOOF is an exchange – In return for volunteer help, WWOOF hosts offer food, accommodation and opportunities to learn about organic lifestyles.

WWOOF organisations link people who want to volunteer on organic farms or smallholdings with people who are looking for volunteer help. Many countries have national WWOOF groups. Look in the drop down menu or list below to find where they are. Other countries have hosts – but no national WWOOF group as yet!

You can find out more about these by going here

Make a difference! Get involved! Join WWOOF! Think local – act global!”

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A arte de contar histórias em desenhos

O povo Tchokwe (nordeste de Angola) utilizam desenhos para contar histórias. São símbolos mnemônicos para se transmitir valores e tradição.
Confira a publicação fonte clicando AQUI ou veja alguns exemplos abaixo.
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